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Conserto Fone de ouvido Hyperx Cloud II

Fone Hyperx Cloud II
Daí chegou este fone Hyperx Cloud II pra consertar. Normalmente conserto de fone de ouvido não compensa já que os fones normalmente são baratos e é melhor trocar por um novo. Neste caso é um fone relativamente caro e consegui consertar e dar uma melhorada no visual por volta de 10% do custo de um novo. Segue o vídeo:

Por dentro de um equalizador Tarkus TE-205

Equalizador Tarkus TE-205
No post anterior eu mostrei o tuner Aiko DT-3000 que encontrei no ferro-velho. Junto com ele eu comprei também um equalizador Tarkus TE0205. Trata-se de um equipamento adicional para o system 3000 da Aiko, embora não oficial. Aparentemente é um aparelho raro e acabei fazendo um vídeo dele:

Novamente sem problemas no aparelho, apenas o cabo de alimentação havia sido cortado. Coloquei um cabo novo e o aparelho funcionou normalmente. Por dentro tem só dois amplificadores operacionais duplos 4558 e 5 circuitos de gyrator (simulando indutores) para cada banda de equalização, com transistores:

Equalizador Tarkus TE-205

Por dentro de um tuner Aiko DT-3000

Tuner Aiko DT-3000
Encontrei este tuner Aiko modelo DT-3000 no ferro-velho e resolvi dar uma chance pra tentar recuperar. Acabou que era só o cabo de alimentação cortado. Coloquei um novo e tudo estava funcionando normalmente. Segue o vídeo:

O tuner por dentro:

Tuner Aiko DT-3000

Para um projeto de 1980 até que ele é bem moderno. São dois CIs nessa placa, um HA11211, receptor AM/FM e um HA1196, decodificador de stereo. No painel tem mais dois CIs:
Tuner Aiko DT-3000

O LB1405 é o medidor de nível de sinal, acionando o bargraph de LED. Já o T1400-E é o frequencímetro para o rádio.

Consertando um aparelho de som Philips FW-M779

Philips FW-FM779

Daí chegou este som aqui pra consertar e fiz o seguinte vídeo:

O primeiro problema é clássico neste aparelho, onde o transistor de proteção de sobretensão apresenta fuga de corrente acionando a proteção depois de alguns segundos. Trocado o transistor (BC847) o aparelho passou a ligar e manter assim. É um problema comum em aparelhos de som da philips que usam este mesmo circuito.

Já o segundo problema é de não sair som nas caixas, somente nos fones de ouvido. Outro problema clássico onde o conector de fones tem também a função de chave que é acionada e indica ao microcontrolador para dar mute na saída. O conector é meio chato de encontrar, mas dá pra usar um equivalente no Aliexpress (Part number PJ-306-22A5K). Há pequenas diferenças mas dá pra colocar ele no lugar do antigo. Aqui uma foto do defeituoso:

Philips FW-FM779

Fiz uma checagem no conector e realmente a chave (a parte de trás ali na foto, verde) só ficava em uma posição, não voltando a posição normal. Para isso tive que abrir o conector todo e destruir o mesmo no processo. Não sei se é possível abrir sem danificar, pelo menos não consegui, então só trocando mesmo.

Consertando outra caixa de som Bluetooth

Caixa de som Bluetooth
Daí eu comprei esta caixa de som Bluetooth com FM, leitor de cartão e USB no ferro-velho pra ver se eu consigo reutilizar como amplificador de bancada. Mas antes eu fiz o conserto do aparelho, segue o vídeo:

Abrindo a caixa já vi que o CI carregador de bateria tinha fritado (LP4054). Medindo a bateria a tensão estava pouco abaixo dos 0,5V indicando que ela também precisava ser trocada. Trocado os dois a caixa voltou a funcionar:

Caixa de som Bluetooth

A plaquinha segue o padrão dessas caixa Bluetooth, com um CI faz tudo (JCEB814F5C, BT, FM e MP3), um amplificador de áudio NS4165 de 3W e o CI carregador da bateria (LP4054).
Placa Bluetooth

Placa Bluetooth

Consertando mais uma caixa de de som bluetooth

Caixa de som Bluetooth
Mais uma caixinha de som bluetooth para conserto. Desta vez o clássico defeito de quebra do conector USB de carga da bateria. Segue o vídeo do reparo:

A placa do aparelho é de face simples em fibra de vidro:

Placa de som Bluetooth
O CI do bluetooth é um AB20BP06912 e não se acha informação sobre ele na rede. Já o amplificador de áudio é um LTK5128 de 8 pinos. Além destes dois tem mais um CI para o controle de carga da bateria.

A placa de face simples deve ser pra deixar o produto mais barato, ao custo de perda da rigidez mecânica dos conectores. Se tivesse como soldar o conector USB nos pads de baixo da placa ele não quebraria tão fácil.
Placa de som Bluetooth

Montando um amplificador Classe A JLH 1969 em kit

Kit amplificador JLH 1969

Comprei esse kit para montar um amplificador transistorizado para um projetinho em andamento (compre aqui). Não atentei muito na compra e só descobri que ele era classe A depois que chegou. Sendo classe A ele consome uma boa potência mesmo sem sinal, tendo uma eficiência bem baixa. A qualidade de áudio acabou surpreendendo aqui. Segue o vídeo da montagem e dos testes:

A placa de circuito impresso aparenta ser bem feita e a máscara de solda branca deixou ela bem bonita, apesar de atrapalhar pra ver as trilhas:

Kit amplificador JLH 1969

O kit não vem manual, mas é fácil de montar já que os valores dos componentes estão marcados nas legendas dos componentes. Só os dois transistores 2N3055 que tem que tomar cuidado pra não darem curto entre as carcaças, os pads da placa e o suporte de alumínio. Pra facilitar segue uma foto da montagem:

Kit amplificador JLH 1969

O kit montado lembra o M150 da Ibrape, embora seja um circuito bem diferente:
Kit amplificador JLH 1969

Nos testes o amplificador se comportou bem e forneceu 5W RMS na carga de 8 Ohms com uma alimentação de 28V. Segundo o que li ele pode chegar aos 10W RMS com alimentação de 40V, mas não testei. Até onde consegui medir a distorção ficou melhor que -60 dB (< 0.1%) limitada pelos equipamentos que tenho pra fazer as medidas. Qualquer hora vou fazer a medida no ARTA pra ter uma ideia melhor. Aqui o meu setup (bem limitado) de medidas:

Kit amplificador JLH 1969

Por ser classe A ele não vai dar muito certo no meu projeto, mas talvez eu monte ele numa caixa qualquer hora. Os testes com caixa de som surpreenderam, o amplificadorzinho é muito bom e bem quieto, sem ruído perceptível quando sem sinal.

Consertando uma caixa de som Bluetooth

Caixa Charge 3
Esta caixa de som Bluetooth modelo Charge 3 genérica estava com um clássico problema de não ligar mesmo depois de horas carregando. Segue o vídeo do conserto:


O problema era a bateria de Lítio 18650 que já estava esgotada. Geralmente quando essas baterias apresentam uma tensão abaixo dos 2,5 V é sinal de que esgotaram e precisam ser trocadas. Tive que adaptar uma 18650 normal (polo axial) para o formato da original (polos radiais). Um pouco de fita de cobre adesiva e fita para transformador e tudo certo. A caixa por dentro:

Charge 3 por dentro

Na foto já estava com a bateria nova e adaptada. A placa principal:

placa charge 3

O CI do Bluetooth é um AC1808AP, sem referências nas buscas. Já os amplificadores de áudio são dois CIs MIX2018A (4.8W em 2 Ohms). O CI de carga de bateria está marcado com 6297C ou algo parecido e é de 6 pinos. A placa dos botões:
placa charge 3

Consertando uma caixa de som Bluetooth

Caixa de som Bluetooth
Mais um conserto aqui no blog, desta vez uma caixa de som Bluetooth modelo FZF-19YX7 da Ebai. Ela não estava ligando e a bateria não carregava. Segue o vídeo:

A caixinha por dentro usa essa placa:

Placa Caixa de som Bluetooth
Esqueci de anotar os part numbers dos CI´s, mas ao centro tem o de Bluetooth e a esquerda, embaixo, o amplificador de áudio. Aparentemente não tem um CI carregador de baterias, mas o circuito deve ser formado pelo transistor Q1. A caixa com a bateria (3.7V x 600mAh):
Caixa de som Bluetooth
O problema era o conector da USB que levantou as soldas. Por isso não gosto de conectores SMD, eles soltam fácil com o tempo. Ressoldado o conector a caixinha voltou a funcionar. A bateria parece um pouco estufada, mas não troquei. O preço de uma nova pode sair mais caro que uma caixa completa.

Injetor de sinais clássico com dois transistores

Injetor de sinais

Aproveitando a oportunidade de testar o rádio Frahm do post anterior acabei por montar um clássico injetor de sinais com multivibrador de dois transistores. Segue o vídeo:


Estou planejando qualquer hora montar mais uma versão, mas com componentes SMD e encaixotado num pendrive velho. O formato desses power banks com uma só bateria 18650 fica muito bom como injetor. Tenho planos de criar mais alguns instrumentos nesse formato.

O esquema é aquele mesmo:

Esquema injetor de sinais

Os valores dos componentes não são tão difíceis e pode ter bastante variação. Os transistores usei o 2N3904 por ter muitos por aqui, mas qualquer BC da vida funciona também.

A placa por baixo:

Injetor de sinais

Edifier R1000T4 review por dentro e por fora

Edifier R1000T4

Daí eu comprei um par de caixas acústicas R1000T4 da Edifier. Em alguns lugares elas são vendidas como monitor de referência, algo que não concordo. Para ser monitor de referência de áudio elas deveriam ter resposta plana em todo espectro de áudio. Como elas tem um controle de graves independente a resposta não pode ser plana. Mas isso é picuinha minha e o que interessa é que fiz um vídeo de unboxing (tem que usar palavra da moda) radical:


Aqui vemos a placa do aparelho:
Placa Edifier R1000T4

Confesso que o circuito me surpreendeu, estava esperando um amplificador operacional para o pré e controle tonal e um CI amplificador de áudio Linear. Acabei encontrando um CI TAS5707 (20W) que é um amplificador classe D com entrada para áudio digital. O circuito de entrada usa um conversor A/D de 24 bits PCM1808. E pra controlar os dois usaram nada menos que um microcontrolador (STM8S003F3). Como os potenciômetros de volume e graves são sinples (1 pastilha só) acredito que eles só controlam uma tensão numa entrada de algum ADC do microcontrolador.

A fonte e chaveada e fica numa caixa plástica no "chão" da caixa principal:
fonte da caixa de som


O twitter tem um capacitor de 3.3 uF não-polarizado em série:
twitter

Já o alto falante maior é assim:
alto falante

E uma vista da caixa sem os alto-falantes:
Caixa de som edifier desmontada

Som do PC: Finalmente encontrei uma caixa pra ele...

Pois é, procurei muito uma caixa para montar o amplificador e finalmente encontrei uma lá no Solda Fria (de ferro, modelo CFP-83018) Quem brinca com eletrônica no Brasil sabe como é difícil encontrar uma boa caixa metálica para seus projetos. Estava esperando encontrar alguma no ferro-velho desde que comecei o amplificador, sem muito sucesso. Achei alguns receptores de satélite que até tinham uma boa caixa, mas precisariam de muitas modificações no painel. Uma das opções era um velho gabinete de um Transglobe (o PC, não o rádio) da Itautec, com o mesmo problema de ter que mexer no painel.

A caixa do Solda Fria estava em minha lista faz tempo, mas o preço assustava. Algumas semanas atrás acabei decidindo por usar essa mesmo e, depois, fechar a mão e não comprar mais nada para o amplificador. Agora tenho que concluir o projeto com o que tenho aqui.

A caixa já chegou e mede 30cm x 18cm x 8 cm. Como a foto lá da loja não ajuda muito tirei algumas para mostrar aqui:

Caixa de Ferro CFP-83018
Caixa de ferro CFP-83018 por fora
Internamente ela é bem espaçosa, o transformador mostrado é aquele que tirei da "Fonte Argentina", que estou pensando em usar no amplificador.
Caixa de ferro CFP-83018
Caixa de ferro CFP-83018 por dentro
Ela tem uma espécie de chassis interno, que serve para fixar as tampas e os painéis frontal e traseiro. Os painéis são de alumínio e vieram com um plástico protetor, para não riscar. A fixação é assim:

Caixa de ferro CFP-83018

Som do PC: Pré amplificador e simulações do controle de tom

Vamos lá...
Depois de testar a etapa de potência e ver que estava tudo certo passei para o estágio de entrada (pré amplificador). O nível na entrada da etapa de potência tem que ser de 7,5 VRMS para conseguir os 7W (em 8 Ohms). Para um sinal de 500mV na entrada seria necessário então um ganho de 15 vezes no pré (23,5 dB). Para um ganho tão alto ainda vou ver o que fazer, tenho alguns poucos CIs LME49710 que devem dar conta do serviço. Como esses bichinhos não são baratos devo usar apenas um em cada canal, só para o ganho mesmo.

No momento estou desenhando as placas e pensando nos controles do amplificador. Além do controle de volume pretendo colocar mais alguns ajustes para equalização (controles de tonalidade). Olhei alguns circuitos por aí, desde um ajuste de Loudness até equalizadores multi-banda. Pra não complicar demais acabei ficando no meio termo: um controle de tom com ajustes de graves, médios e agudos. Como decidi não gastar mais nada neste projeto terei que usar os componentes que tenho por aqui, o que inclui um saco de potenciômetros duplos de 50k. O circuito é clássico e tem por aí na web variando apenas nos valores dos componentes. Desenhei o circuito no LTSpice com os potenciômetros de 50k (R2/R3, R8/R9 e R12/R13) e dei uma fuçada nos valores até chegar nesta versão:

Esquema controle de tom
Ignorem o código do amplificador operacional, pode ser qualquer um (usarei o NE5532), o que importa são os componentes passivos. O ideal em um controle de tom seria usar um ampop para cada controle (graves, médios e agudos) para evitar a interação dos componentes de cada ajuste. Mas como quero simplicidade e poucos componentes este circuitinho já está bom. As curvas de resposta ficaram assim na simulação, com os controles no máximo para cada faixa:

Graves
Graves
Médios
Médios
Agudos
Agudos
Com os três controles no máximo a interação fica mais visível, com uma diferença de 9dB entre os graves e agudos:

Agora é montar e testar na "coisa" de verdade.

Som do PC: Ativando o plano C e pensando no plano B...

Desde o ano passado estou trabalhando no projeto de um amplificador para o meu PC. As novas caixas de som já estão prontas e nada do amplificador. O problema é que eu fiz umas contas e o amplificador valvulado que eu estava planejando montar consumiria quase 25W quando ligado, sem sinal, só pra esquentar as válvulas (1,5A por válvula de saída, mais 300mA por 12AX7 na fonte de 6,3V). Para um aparelho que ficará ligado o tempo todo em que o PC estiver ligado (isso quando não for esquecido ligado, algo que já acontece com o amplificador atual). Este desperdício de energia é inaceitável e pelo bem do meu bolso e para não esquentar o quartinho do Pakéquis Lab decidi pular para o plano C. O amplificador valvulado vai ser montado, provavelmente ano que vem, pois já comprei todos os componentes. Mas não será usado no PC.

O plano B, como já falei no primeiro post da série, seria usar um CI TDA qualquer. Tenho aqui nas gavetas vários TDA2002, TDA2030, TDA2050 e TDA2009. Destes eu ficaria entre os TDA2030 e o TDA2009 que numa olhada rápida nos datasheets parecem ter uma qualidade de áudio melhor. Mas notem que eu disse que pulei para o plano C. O plano B ainda está de prontidão, mas até o momento não estou muito certo se ele vai ser colocado em prática. Então vamos ao plano C.

O Plano C envolve montar um amplificador estranho e isso me veio a cabeça durante uma visita ao ferro velho. Num dia de sorte encontrei por lá uma caixa de componentes e dentro dela havia um saquinho com 150 peças do CI RC5532. Na hora me lembrei de um projeto publicado por aqui na revista Elektor em Março e Fevereiro de 2011. Era um amplificador de áudio projetado por Douglas Self que levava nada menos que 32 NE5532 na saída. As características pareciam muito boas e o requisito "estranheza" estava claro. Mas antes eu precisava conferir outra caraterística que gosto em circuitos estranhos: dar um nó na "cabeça" dos softwares de simulação.

O LTSpice  não conseguiu simular, mas o TINA-TI rodou normal:
Esquema do amplificador

A simulação é só do estágio de saída, que é o que vou aproveitar do circuito original. As etapas de ganho e a fonte eu vou fazer diferente. O circuito de servo DC não vou colocar, pois acho desnecessário. Também vou reduzir a quantidade de amplificadores operacionais. O original leva 64 amp ops (com 2 por CI), na simulação usei 48 e no circuito final serão 44 em cada saída.

Algo que estava me preocupando era o consumo de energia do circuito. O projeto da Elektor usa um transformador na fonte de 8A em 18V. Achei isso meio exagerado e resolvi testar. Montei os 22 CIs no protoboard com um CI extra na entrada com um ganho de 30x (29,5 dB). Claro que não funcionou de primeira. Com esse ganho e essa quantidade de CI´s o circuito vira um oscilador e não um amplificador. Mas nada que (muitos) capacitores na linha de alimentação e um de compensação (150pF) no estágio de ganho não resolveram. O circuito final montado ficou assim:
Amplificador montado no protoboard

O resistor de saída na foto ainda é um de 8R2 de 5W. Ele já foi trocado por um de 8R feito com um pedaço de fio de resistência de chuveiro. Com uma alimentação simétrica de 15V consegui a potência que eu havia planejado alcançar: 7W RMS. Para esta potência a tensão de saída necessária é de 7,5V RMS na saída do estágio de ganho. Usei o osciloscópio para medir a saída, mas ainda não medi a distorção. A corrente na linha de alimentação ficou perto de 800mA, o que dá um consumo de 24W. Uma eficiência próxima de 30%, 5% melhor que um amplificador classe A. Mas isso na potência máxima. Sem sinal na entrada o consumo fica em 180mA, o que dá 5,4 W. Cinco vezes menor do que o consumo em repouso do amplificador valvulado. Claro que um TDA da vida consumiria menos, mas não seria um circuito estranho.

Parece que temos um vencedor e muito provavelmente será este o meu amplificador para o PC. No momento estou pensando em como fazer a placa, o pré, a caixa e a fonte. Mas isso fica pra outro post.

Som do PC: Trocando os Alto Falantes das caixas de som

Faz tempo que não atualizo o status do projeto do novo som do meu PC. A verdade é que eu acabei deixando o projeto de lado para fazer outras coisas. Mas neste fim de semana fiz a troca dos alto falantes das caixas de som (Makizou).

Os falantes originais eram falantes comuns de caixinhas de som de PC e bem fraquinhos (5W). A impedância deles também não me agradavam (4 Ohms) e fazia um tempinho que queria trocar por algo que aguentasse mais e com impedância mais alta (8 Ohms). Um deles já estava com um problema:
Alto falante 3 polegadas

O amassado no centro foi causado pela minha filha pequena e não afetava o som (ao menos eu não notei diferença) mas ficou um pouco feio. Procurando no Mercado Livre acabei comprando um par de alto falantes de home theater de 3 polegadas, 8 Ohms e 50 W de potência máxima (era o que dizia o anúncio, mas não pretendo ir tão longe). Abaixo dá pra ver a diferença entre os antigo e o novo:

Alto falantes 3 polegadas

O segundo parece maior, mas ambos são de 3 polegadas de diâmetro e a furação para fixação é a mesma. O novo falante é descrito como um "Mid-Bass" (médios-graves) e realmente notei uma melhora nos graves. Já nas frequências altas parece que melhorou, dá até pra desligar o equalizador do Winamp (resposta "flat"). O ideal seria comparar os dois alto falantes com o ARTA, mas isso vai ficar pra outra hora.
Alto falantes 3 polegadas

Outra coisa boa nos novos falantes é que a parte metálica também é pintada de preto, o que melhorou um pouco a aparência das caixas. Falta agora trocar os parafusos por parafusos pretos (ou pintar os que já estão ali):
Caixas de som Makizou

Em breve (espero) eu falarei mais sobre o novo amplificador que irá tocar as caixas.